Justiça decreta prisão de mais um vereador em Itabira

Desta vez foi decretada a prisão do vereador Agnaldo Gomes Vieira (PRTB), “Agnaldo Enfermeiro”. A Justiça de Minas Gerais decretou a prisão de mais um vereador da atual...

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Desta vez foi decretada a prisão do vereador Agnaldo Gomes Vieira (PRTB), “Agnaldo Enfermeiro”.

A Justiça de Minas Gerais decretou a prisão de mais um vereador da atual legislatura em Itabira/MG. Desta vez trata-se do vereador Agnaldo Gomes Vieira (PRTB), “Agnaldo Enfermeiro”.

O vereador também é investigado por fazer a famosa “rachadinha” no gabinete, como ocorreu no caso do vereador Weverton Limões Freitas (PMN), o “Nenzinho”, preso desde o dia 2 deste mês juntamente com o ex-diretor da câmara Ailton Moraes.

A prisão foi decretada pela juíza Dayane Rey da Silva da Comarca de Itabira. Agnaldo enfermeiro responde pelo Decreto de Lei 2.848 no artigo 316 – que é exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida:

Desde de que as denúncias começaram a surgir o vereador protocolou na Câmara Municipal de Itabira atestados médicos e ficou afastado de algumas reuniões.

Agnaldo Gomes Vieira foi eleito pela primeira vez nas últimas eleições municipais, pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), e obteve 758 votos.

No Legislativo itabirano o vereador participa de várias comissões, sendo o presidente da Comissão de Saúde, Saneamento Básico e Meio Ambiente.

O vereador Agnaldo Enfermeiro é o segundo a ter a prisão decretada na historia do Legislativo itabirano. O primeiro foi o vereador o Nenzinho, que teve a prisão decretada suspeito de coagir testemunhas. Na época ele era investigado pela suspeito de cometer a famosa “rachadinha”.

Nenzinho foi preso juntamente com o ex-presidente do Partido da Mobilização Nacional (PMN), Ailton Moraes, na época, diretor da Casa Legislativa.

Tentamos contato com o delegado regional Helton Cota, mas ele não quis falar com a nossa reportagem. Segundo ele, para não atrapalhar as investigações que ocorrem em segredo de Justiça.

Com informações: NotíciasUai